1 dia atrás
domingo, 22 de novembro de 2009
Cadeirante não pode!
O Palacete Provincial, localizado no Centro da cidade, na Praça Heliodoro Balbi a antiga Praça da Polícia. Local onde era o Comando Geral da Polícia Militar. Hoje, tem suas dependências compondo um complexo cultural, com exposições de Numismática, Pinacotéca, Museu de Imagem e Som e o Museu Tiradentes.
Um espaço muito agradável que proporciona aos domingos à noite, show com artistas regionais. Por duas ou três vezes recebeu os artistas do grupo Raízes Caboclas.
Tem ambientes restaurados e bem cuidados pela Secretaria de Cultura do Estado.
Porém.
Você que é cadeirante que aprecia obras de arte, gostaria de ver réplicas das esculturas mais famosas do mundo, o Museu da Polícia Militar que tem mais de 170 anos, infelizmente não pode ver.
Não pode simplesmente.
Foto do meu celular meia-boca da escada imponente.
O Palacete não possui acesso ao segundo piso do prédio nem elevador à cadeirantes e idosos.
As escadas imponentes, restauradas e longas olham pro cadeirante e/ou senhores interessados na cultura oferecida pela cidade com um ar de "lá em cima, não é pra você". Talvez o pensamento da Secretaria seja tornar o público visitante, mais seleto.
Justiça seja feita. Ao primeiro piso o cadeirante tem acesso. Mas para por ali.
O Segundo piso é para jovens fortes, capazes e com a saúde em dia e ponto.
Visite. E se for cadeirante, só lamento.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Ornamentação ou Manifestação?
Hoje, no Centro de Manaus, uma ornamentação bem chamativa.
Em todas as árvores e postes um laço feito com um tecido branco deu um ar bem estranho na paisagem.
Não entendi quando vi. Houve pessoas que disseram que se tratava de alguma manifestação relativa ao Dia da Consciência Negra. Até achei possível. Mas pensei numa coisa que fez sentido pra mim no momento:
Poderia também, ser a ornamentação de Natal, feita pela Prefeitura.
Poderia ser uma idéia do Prefeito Amazonino. Uma ornamentação feita com tecido de TNT, para não gastar muito.
Comentei com meus companheiros de trabalho e todos diziam que era sobre a Consciência Negra.
Realmente, pode até ter sido. Mas a outra idéia, de ser uma ornamentação vagabunda de Natal dessa Prefeitura, também faz sentido. Você não acha?
Fotos do meu celular meia-boca.

Muito estranho né?
Em todas as árvores e postes um laço feito com um tecido branco deu um ar bem estranho na paisagem.
Não entendi quando vi. Houve pessoas que disseram que se tratava de alguma manifestação relativa ao Dia da Consciência Negra. Até achei possível. Mas pensei numa coisa que fez sentido pra mim no momento:
Poderia também, ser a ornamentação de Natal, feita pela Prefeitura.
Poderia ser uma idéia do Prefeito Amazonino. Uma ornamentação feita com tecido de TNT, para não gastar muito.
Comentei com meus companheiros de trabalho e todos diziam que era sobre a Consciência Negra.
Realmente, pode até ter sido. Mas a outra idéia, de ser uma ornamentação vagabunda de Natal dessa Prefeitura, também faz sentido. Você não acha?
Fotos do meu celular meia-boca.
Praça Heliodoro Balbi / Pça da Polícia.

Muito estranho né?
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Sutil
Sou rebento pródigo do mover pentecostal de quatro paredes. Nasci no mundo do Espírito Santo Pop no ano de 2002. E de lá pra cá, nunca mais fui o mesmo.
Comecei minha carreira crente por que eu e meus primos tínhamos a mania de ser bons meninos. Como num inconsciente coletivo, guardávamos a idéia de que precisávamos de uma igreja, mas nenhum tomava iniciativa. Até que um dia, uma tia, visitou uma bela congregação, gostou e recomendou e lá fiquei mais de 6 anos. Passei mais da metade de minha adolescência nesse lugar. Fiz amigos e influenciei pessoas. Mas, também fui influenciado. Várias coisas que aprendi, foram válidas e não as descarto. Outras tantas que aprendi, descarto por corroborarem para um sistema perverso e viciado.
Tenho um fascínio pelo circo da Eclesia e da política. E, no entanto, hoje, já não sei mais onde estão as diferenças. Os procedimentos são iguais tanto no parlamento quanto no púlpito de pastor. E, quando não, um pastor se divide entre os dois mundos. Aproveita que os dois postos são desempenhados de gravata.
Temos igrejas não mais vistas como rebanho, mas sim, currais eleitorais. O povo crente (em tudo), acredita na honestidade de seus guias espirituais e só precisam de uma coisa: O número do candidato e nada mais. Em breve, teremos um pleito. E sem dúvidas, surgirão candidatos-deuses com intenções malignas.
Quero, como num rápido alerta, gritar para aqueles que se prestam a visitar esse blog:
Você, esclarecido e bem entendido das coisas desse mundo tenebroso da política, tem a obrigação de ajudar aquele humilde homem e mulher, que, cheio de esperança se encaminha a votar num mentiroso, perverso, egoísta, aproveitador, maledicente, hipócrita, safado e sem escrúpulos enganador lobo vestido de ovelha.
Acredito no poder da mobilização sutil, daqueles que se propõem a estabelecer aqui nessa terra um lugar mais justo. Sem utopias.
Assumo minha cristandade. Mas digo que sou tão Auguste Comte quanto Paulo de Tarso.
Crendo que VOCÊ pode ser uma boa ferramenta de saneamento da política brasileira aposto na sua sutil mobilização.
Que não sejamos apenas bons críticos, mas sim, agentes.
Um abraço ecumênico!
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Quem é? Quem é?
Era uma vez um menino...
Que era um menino mesmo depois de menino
Cara de menino, voz de menino
Cara de bobo, jeito de bobo e nada de bobo
Era uma vez um menino que era menino
Que fez um povo de menino
Ganhou esse povo como o doce ganha um menino
Cara de bobo, jeito de bobo e nada de bobo.
Quem é? Quem é?
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
O poste ainda mija no cachorro?
O normal aqui na capital amazonense é acontecer as coisas inversas. Um bom exemplo se vê no trânsito que o normal seria o veículo mais lento trafegar pela direita, mas aqui não, a via mais lenta á a da esquerda. Ou em relação à arborização. Nos encontramos rodeados de pura floresta e somos uma das capitais brasileiras menos arborizadas. Os olhos do mundo se voltam para as belezas da Amazônia, porém, o nosso turismo é considerado secundário e não tem o incentivo para desenvolver. Temos uma área da cidade chamada "Manaus Moderna", que de moderna não tem nada. Ou ainda, temos o apelido carinhoso de “a cidade sorriso”, mas estamos longe de sermos afáveis e receptíveis. Acho que deveríamos ser chamados de “a cidade antítese”.
Essa constatação se aplica aos poderosos também. Vejamos. O normal, aqui no norte, seria um político pintar e bordar e mesmo assim nada acontecer com tal autoridade. E, ao que parece, o político tem pintado e bordado e o Ministério Público e Polícias tem investigado. Não se sabe até onde isso tudo vai. Mas, nunca imaginei que um dia veria Wallace na situação que está. Nunca imaginei ver Carlos Souza tão acuado. Os Irmãos Coragem pondo a coragem à prova. Fortes como eram? Poderosos como eram? Apoiados como eram pelo povo fiel?
As coisas parecem estar mudando. E ainda teremos provas dessa tal mudança. Ainda temos um certo Big Black na mira. Nunca pensei em ver aquele Negão, que discursava suando fibra, raça e determinação. Nunca imaginei aquela fala fofa afinando pelo medo de uma cassação.Eu espero que o poste não ande mais mijando no cachorro.
Justiça neles!
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